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“Festas e Utopias no Brasil colonial” da autora Mary Del Priore

Trabalho enviado por: Danieli Mennitti

Data: 27/08/2010

Mary Del Priore "Festas e Utopias no Brasil Colonial” 1- Dados sobre a autora Mary Lucy Murray Del Priore nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1952. Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1983) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo, Especialização na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales(1993) e Pós-Doutorado na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1996). Atualmente é professora do Programa de Mestrado em História da Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO/NITERÓI - e desenvolve pesquisa intitulada "Cultura, mentalidade e vida social no Rio de Janeiro do século XIX". Tem pesquisas na área de história colonial, história da cultura, história de gênero. Foi também membro do Júri do Prêmio Petrobrás Cultural 2005 (361 processos analisados) para Arquivos, Bibliotecas e Museus, junho de 2005. - Consultora da TV Educativa, Programa Salto para o Futuro: Idealização da série Memória, Patrimônio e Identidade, autora do texto base "História como parte da Memória e Memória como Objeto da História. Programas (5), realizados na semana de 25 a 29 de abril de 2005 .Foi também professora na Universidade de São Paulo. É colaboradora em revistas nacionais e internacionais, e publica crônicas no jornal O Estado de S. Paulo. Escreveu, organizou ou colaborou em mais de 40 livros. Foi duas vezes vencedora do Prêmio Casa Grande & Senzala, outorgado pela Fundação Joaquim Nabuco, por História das Mulheres no Brasil (1997), em 1998, e História das Crianças no Brasil (1999) , em 2000. Com História das Mulheres no Brasil ganhou o Prêmio Jabuti em 1998, na categoria Ciências Humanas. Publicou ainda A Mulher no Brasil Colônia (2000), Histórias do Cotidiano (2001), A História do Amor no Brasil (2005) e O Príncipe Maldito (2007), que conta a história de um descendente da família imperial brasileira, entre muitos outros. Possui também vários livros e artigos publicados. 2- Dados sobre o livro O livro “Festas e Utopias no Brasil Colonial”, cuja autoria é da professora e historiadora Mary Del Priore, teve sua primeira edição publicada em 1994, pela editora Brasiliense.Faz parte de uma coleção organizada por Hilário Franco Júnior, visando mostrar anseios de momentos anteriores da história e posteriormente as propostas reflexivas a respeito dos mais variados setores da vida humana. Este livro também é resultado parcial de uma pesquisa feita pela Mary Del Priore, com auxílio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ; ganhou um prêmio concedido pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pelo Ministère des Affairs Étrangéres do governo da França., dando meios de se pesquisar em arquivos franceses e teve seu texto revisto por Íris Kantor. Ele possui uma introdução, procurando demonstrar alguns princípios e idéias centrais e gerais do livro, explicitando também o tema pesquisado e seus devidos objetivos,os posicionamentos e questionando os papéis dos setores da sociedade envolvidos nas festas. Ele é dividido nove capítulos, onde vão ser descritos pormenores de como são essas festas e também elucidando cada aspecto da mesma, os papéis de cada setor da sociedade, sempre indagando seu significado mais profundo e suas reais intenções. Na conclusão, está o encerramento das idéais centrais do texto, elaborando alguns juízos e considerações finais a respeito do significado real destas festas no contexto colonial. 3- Objetos / objetivos,problemas,idéais centrais e considerações Neste livro, a autora Mary Del Priore, vai relatar e explicar como eram as festas no Brasil do período colonial. A festa era uma época de utopias, sendo engendrada em uma sociedade onde uma sorte diversificada de setores sociais vão se manifestar e expor sua indignações,suas revoltas, seus valores,cada qual com sua pauta de reivindicações. Cada um daqueles que se inserem no contexto da festa projeta nela todas os seus conhecimentos,experiências, utilizando-se dela como válvula de escape,como fuga da realidade dura que os cerca.Incute nas pessoas e/ou torna evidente a pelo menos suposta caridade entre pessoas de classes sociais diversas. O Estado português buscava manifestar-se na festa para consolidar não só o seu poder ali estabelecido, mas o controle desta colônia. As festas surgiram inicialmente para comemorar a boa safra agrícola ; porém com o advento do cristianismo e a sedimentação dos conceitos absolutistas que já faziam parte da realidade portuguesa.A festa adquire então um caráter conservador e ao mesmo tempo urbano. Vários segmentos presentes nas festas tornaram-se meios de expressão de algum interesse e segundas intenções.Exemplo disso são as luminárias ; quem expusesse mais luminárias, adquiria mais status e prestígio, servindo também como forma de propaganda do Estado Moderno fazendo referência ao nome do rei e e todo o aparato estatal ; objetivo esse também da queima de fogos. Fogos,luminárias,fantasias,enfeites,carros alegóricos,música,enfim, muitos aspectos da festa passam a um significado particular às manifestações.A mescla entre o profano e o sagrado era uma forma de satirizar as crenças do europeu.Signos populares que possuiam uma denotação, vão adquirir outra para das veículo a idéia de dominação da natureza pela civilização. A Igreja e o Estado, malgrado suas tentativas de controlar os setores sociais, procura amalgamar as festas com a vida social das comunidades, impondo regras de comportamento. A cultura da Colônia, inicialmente com predominante influência portuguesa, vai aos poucos se misturar com as culturas,povos e raças que ali existem,criando novos aspectos,adaptados a realidade daquela população. Ambas as partes, tanto Estado e Igreja, como as camadas da população, vão tomar conta de festa servindo-se dela para exprimir seus interesses.De um lado Estado e Igreja desejando sedimentar seus valores e seu poder ; de outro as populações, usando a festa como espaço de reivindicação,protesto,vivências, procurando representar nela seus anseios reprimidos. 4 a) Introdução O momento da festa vem sido considerado como um tempo de utopias, de idealizações, de lazer, de experiências . A festa possui a serventia de não só ser manifestações da imaginação coletiva e individual mas também de válvula de...

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