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11 de Setembro

Trabalho enviado por: Paulo Vitor Louback da Cunha

Data: 22/04/2003

Ataques de 11 de Setembro

Eram 10h30 quando o edifício da esquina da Murray Street com West Broadway começou a tremer. No subsolo, parecia que um terremoto em escala jamais sentida em Nova York estava em furioso progresso. Mas as mães, chefes de família e repórteres, sujos de poeira, sabiam perfeitamente que aquela não era uma catástrofe da natureza. "Outra Bomba!", alguém gritou. Pandemônio: a pequena multidão saiu correndo escada acima para ganhar a rua. Um erro do qual se arrependeriam. Na West Broadway, uma das artérias da zona nova-iorquina de Tribeca, estava sendo engolfada pelo que parecia um maremoto de pesadelo. Uma gigantesca onda cinza avançava em alta velocidade por toda a vizinhança. Não era composta de água, mas de entulhos, cacos de vidro, estilhaços de madeira, projéteis de ferro, papéis e, imagina-se, pedaços de carne humana. Ratazanas enormes, como figuras de desenho animado, fugiam enlouquecidas. O vento quente foi o primeiro a atingir aqueles que não conseguiram correr no fluxo do caos, no rumo norte. Uns caíram, outros se jogaram atrás de carros. Depois, veio a muralha sólida dos escombros de um prédio que momentos antes tinha 110 andares. É difícil saber quantos se feriram naquele instante. A escuridão que encobriu o sul da cidade era tão intensa que tornava impossível enxergar as próprias mãos. O ar desapareceu: foi substituído por uma atmosfera sufocante. Tão sólida que poderia ser varrida do espaço, como se faz a um chão imundo. Durante o resto daquele 11 de setembro, terça-feira negra, não se conseguiu mais um respiro de alívio. Quando a poeira baixou um pouco, muito tempo depois, o skyline de Manhattan havia sido modificado de modo definitivo. Os maiores prédios desta cidade de arranha-céus – as duas torres do World Trade Center, as Twin Towers – sumiram do mapa.

Numa sucessão de ataques sem precedentes a território americano, pelo menos quatro grupos de terroristas seqüestraram quatro aviões de carreira e os arremessaram em alvos icônicos do poderio econômico-militar dos Estados Unidos. Duas destas aeronaves acertaram em cheio, demolindo, literalmente, três edifícios do famoso complexo World Trade Center e outro aparelho arrasando, nada menos do que parte do prédio do Pentágono. O quarto, um Boeing 757 da companhia United Airlines, com 45 pessoas, caiu em Shanksville, a oito milhas de Pittsburg, no Estado da Pensilvânia. As autoridades imaginam que este último deveria chocar-se contra Camp David, a residência de retiro oficial do presidente americano. Uma fonte bem posicionada da USAF, a Força Aérea Americana, sugeriu a ISTOÉ que este objetivo só não foi cumprido por interferência de jatos caças americanos que defendiam o espaço aéreo de Washington. Caso se confirme esta informação, aviões militares dos Estados Unidos teriam disparado propositalmente, e matado, inocentes cidadãos do país. Trata-se, porém, de procedimento padrão: a defesa do presidente, mesmo que ele não esteja em no local alvo. A culpa deste ato impensável, segundo apurou ISTOÉ, cai sobre os ombros do mega-terrorista saudita Osama Bin Laden. E de um velho conhecido da família Bush: Saddam Hussein.

Barulho abominável – Eram 8h48 quando o Boeing 767 da United Airlines, que fazia o vôo 175, saído de Boston com destino a San Francisco, com 65 passageiros, nove tripulantes, sobrevoou a região do sul de Manhattan, quase raspando em alguns prédios mais altos. "Eu me lembro de ter pensado que o avião estava voando muito baixo e parecia rumar para o World Trade Center", diz Peter Thomas, que naquele momento estava indo para o trabalho no complexo vizinho chamado Battery Park. "Vi horrorizado que o jato se chocou contra a torre norte do WTC. O barulho foi abominável", descreveu. Às 9h03 o avião atingira a parte superior da Torre 2 (norte). As ambulâncias saíram imediatamente do Saint Vincent Hospital, no Greenwich Village, e do Bellevue Hospital, no Brooklyn, para atender aquilo que se imaginava ser um terrível acidente. Dezoito minutos depois do primeiro impacto, os motoristas que cruzavam a Brooklyn Bridge viram claramente o que os esperava. Naquele momento, outro Boeing 767, da American Airlines, fez uma curva sobre o Rio Hudson que divide Nova Jersey de Nova York e embicou para o meio da Torre 1 (sul) do WCT. A bordo estavam 92 pessoas. "Eu saía do metrô em Chamber Street quando ouvi um estrondo e senti um enorme calor na nuca. Virei e vi os dois prédios em chamas. Os estilhaços caíam sobre nós e era possível ver pessoas pulando das janelas", disse Arnold Reese, corretor da empresa de seguro saúde Blue Cross-Blue Shield, que tinha escritórios no local. "Se eu não tivesse ido votar nas eleições primárias do Partido Republicano, estaria morto a esta hora. Meu escritório ficava nos andares atingidos", disse Reese.

Pelo menos 40 minutos antes disso, tanto a American Airlines, quanto a United já sabiam que dois aparelhos de cada companhia tinham sido seqüestrados. Informaram imediatamente as autoridades da Agência de Transportes Aéreos. "Numa situação de seqüestro, os pilotos têm ordens de apertar um botão no cockpit que emite um sinal de significado claro. Foi...

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