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A Agência Internacional de Energia Atômica e o Programa Iraniano

Trabalho enviado por: Edgar

Data: 20/06/2006

A AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA


RESUMO:

Neste artigo o autor explicará a forma de organização e funcionamento da Agência Internacional de Energia Atômica , como órgão da ONU encarregado da fiscalização dos programas nucleares dos seus países membros, o incremento do uso pacífico da energia atômica, do fomento à pesquisa para a aplicabilidade da energia nuclear. O enquadramento atual da Agência Internacional de Energia Atômica no contexto da Organização das Nações Unidas e no contexto dos países mais poderosos será abordado assim com a sua força política para a execução dos seus propósitos e objetivos. Estudos aprofundados destes aspectos serão realizados neste artigo.


PALAVRAS-CHAVES: Energia atômica, Irã, ONU, Militarismo, AIEA e Pacifismo

ABSTRACT:

In this article the author will explain the organization form and functioning of the International Agency of Atomic Energy, as agency of in charge ONU of the inspection them nuclear programs in its countries members, the increment it pacific use of the atomic energy, foment it to the research for the applicability of the nuclear energy. The current framing of the International Agency of Atomic Energy in the context of the Organization of United Nations and in the context of the countries most powerful will be boarded thus with its force politics for the execution of its intentions and objectives. Deepened studies of these aspects will be carried through in this article.

KEYWORDS: Atomic energy, Ira, UNO, Militarism, AEIA , Pacifism


INTRODUÇÃO:

Este artigo visa o estudo da estrutura da Agência Internacional de Energia Atômica, como órgão da ONU e as funções que desempenha atualmente posto que este estudo é de importância muito grande para o desenrolar dos acontecimentos do mundo atual.

A escolha do tema deveu-se à necessidade do caráter explicativo que um estudo deste tipo pode dar para o entendimento do contexto político , militar e das relações exteriores dos diversos países envolvidos com a questão da pesquisa e do desenvolvimento da energia atômica.

Face às dimensões do uso e aplicações militares ou não da energia atômica em escala mundial deu-se a necessidade da criação de um órgão mundial disciplinador e fiscalizador do uso e aplicações da energia atômica, qual seja a Agência Internacional de Energia Atômica.

Independentemente dos numerosos países integrantes do chamado "Clube Atômico", que possuem explosivos nucleares, há no mundo 438 usinas nucleares com capacidade de produção de 351 GW. Mais seis usinas entrarão em operação perfazendo 444 usinas com 3056 MW a mais, que quando prontas darão 444 usinas nucleares distribuídas em toda a Terra.Trinta e uma novas usinas estão em construção atingirão a cifra de 475 usinas nucleares.

Deste total de usinas 83% estão localizadas nos países industrializados do hemisfério norte e 16% da energia produzida e consumida no mundo advém da energia atômica, consumida em quantidades desiguais em diversos países do mundo.

A França consome 76,4% de energia nuclear de toda a energia que usa. A Lituânia 73,7%,a Bélgica 56,8% e a Eslováquia 53,4%. Nos Estados Unidos 20% da energia consumida vem da energia atômica produzida e, 104 usinas espalhadas por todo o país, as quais produzem 97.411 MW. No Japão há 53 usinas nucleares que dão 43.491 MW e que fornecem 34% de toda a energia consumida no arquipélago japonês. A soma da produção norte-americana e japonesa de energia atômica chega a 40% de toda a produção mundial de energia atômica. No Brasil as usinas nucleares de Angra I e Angra II fornecem só 1,45% de toda a energia consumida no país . Caso seja feita a construção da usina de Angra III, aproveitando material restante da construção das outras usinas , haverá um acréscimo de mais 2% de energia atômica, equivalendo ao dobro da energia que é economizada no Brasil durante e vigência do horário de verão.

Os sistemas energéticos dos países industrializados do hemisfério norte, apesar de usarem grandes proporções de energia , possuem uma composição diversificada de fontes de abastecimento de energia, tal como nos Estados Unidos , país no qual há usinas hidrelétricas, usinas termoelétricas, usinas atômicas , etc.

Não é exatamente o caso do sistema energético do Brasil, país no qual a relativa carência de combustíveis fósseis privilegia a abundância de energia hídrica. Das várias linhas de quedas ; cachoeiras alinhadas; dentro das várias zonas de quedas,áreas de concentração de linhas de quedas, nem todas são aproveitadas totalmente.

Assim das linhas de quedas existentes nos afluentes da margem direita do rio Amazonas, na passagem das elevações do Planalto Central para a Planície Amazônica e no seu reverso, que são as linhas de quedas dos afluentes amazônicos de sua margem esquerda, correspondentes à passagem das elevações do Planalto das Guianas para a Planície Amazônica; quase não há aproveitamento de todo este potencial de energia hidrelétrica , exceto o da usina de Tucuruí.O maior aproveitamento de energia hidrelétrica está concentrado no Brasil sudeste, mormente no estado de São Paulo , que é a região mais industrializada do Brasil.

Não parece ser, no caso brasileiro, a otimização da energia atômica a melhor opção energética devido ao alto potencial de energia hidrelétrica existente no Brasil e do qual apenas um quarto é aproveitado. No seu caráter complementar deve apenas ser utilizada como tecnologia de ponta para o Brasil não perde o trem da História e não ficar na lanterna da evolução da tecnologia de uso da energia atômica.

Basta o desastre da base de pesquisa de Alcântara, no Maranhão, cuja explosão ceifou a vida de técnicos de alto nível e retardou por muitos anos o programa espacial brasileiro ,com enormes prejuízos econômicos futuros, principalmente no setor de telecomunicações que poderia evitar o pagamento de royalties para as empresas estrangeiras de telecomunicações.

Nas circunstâncias de escassez de recursos dos países periféricos do mundo capitalista a opção das construções de usinas nucleares não...

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