Zé Moleza | TCC, monografias e trabalhos feitos. Pesquise já!

Você está em Trabalhos Acadêmicos > Sociais Aplicadas > Comunicação

Favoritos Seus trabalhos favoritos: 0

Tag Cloud

Trabalho em Destaque

Título: A Proteção Social

1 INTRODUÇÃO O nascedouro foi em 1883, na Alemanha com o Chanceler Bismarck. Foi um marco tanto da Seguridade Social como da Previdência Social (primeiro sistema escrito de previdência social – seguro social). A forma de contribuição ou custeio para…


Publicidade


Publicidade

História da Fotografia

Trabalho enviado por: Vanessa

Data: 21/08/2014

  1. HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA

  1.  
    1. Imagem e Cognição

Desde os primórdios da humanidade a imagem vem sendo utilizada como meio de expressão da realidade, como temos relatos científicos das pinturas rupestres ainda em tempos pré-históricos. No entanto, sua evolução foi bem lenta e só teve sua benevolência admitida por volta do século XIX e, principalmente no século XX.

Nesse contexto, Santaella e Nöth (2008) chamam atenção para não ciência ainda da imagem, uma imagologia ou mesmo iconologia. Porém,



As investigações das imagens se distribuem por várias disciplinas de pesquisa, tais como a história da arte, as teorias antropológicas, sociológicas, psicológicas da arte, a crítica da arte, os estudos das mídias, a semiótica visual, as teorias da cognição.”.



Lídia Brandão Toutain (2007) falando sobre a “Representação da informação visual segundo a ontologia e a semiótica” traz um breve conceito do que seria a representação, o processo no qual se percebe, descreve, registra e identifica-se uma informação, para depois interpretá-la. Tal processo pressupõe um sistema de significação, e partindo desse ponto se estabelece a relação ente a semiótica e a ciência da informação, e mais especificamente, a representação da imagem.

Sendo a semiótica o estudo dos signos, nada mais natural do que apresentar definições desse conceito. O signo consiste na combinação de um significado e significante, para gerar um sentido a ser passado, é o meio pelo qual a mensagem é transmitida, segundo Le Coadic. É tudo aquilo que representa outra coisa, em algum aspecto, para alguém. Santella (2000) destaca que o signo representa alguma coisa, seu objeto, que representa tal objeto, mas não em todos os seus aspectos. Já Guiraud (1974) relaciona o signo a um estímulo, associado a uma imagem mental, um outro signo. Essa capacidade do signo de se converter em outro signo, equivalente ou mais elaborado, também é citada por Santella (2000) e Peirce (1987).

Tais conceitos remetem a ideia de representação como criação de um substituto, com base na sua essência, no cerne, no que caracteriza e distingue o que é representado. A representação sempre virá associada ao modo de ser do indivíduo, ao seu contexto cultural, sua própria visão do objeto. Um signo que foi convencionado se torna um símbolo.

Porém, tal subjetividade é indesejada quando se representa um símbolo a fim de recuperá-lo. Para tal finalidade, deve-se considerar o significado do símbolo como o próprio símbolo, ou as características físicas do mesmo, sua aparência.

Esse dualismo entre o que é representado e sua representação, entre o objeto e sua essência, é visto como um problema para a ontologia. Porém, tal “incompatibilidade” não é aceita pela ontologia fenomenológica, que considera o fenômeno como a manifestação da essência, a aparência de um objeto como o próprio objeto.

A autora (TOUTAIN, 2007) levanta o seguinte questionamento: “quando a ação de ver uma imagem estética permite comunicar múltiplas apreciações com diversidade de qualidades a uma pessoa?” Se aquele que observa não afirma nada, se expressa avaliando e apreciando a obra de modo espontâneo, fazendo-o de forma intencional a partir de sua visão, deixando de lado a imagem artística.

Sobre a interpretação da imagem fotográfica fala Kossoy (2007) que “nos apoiamos, em parte, nos conceitos de Erwin Panofsky” - apesar de o autor ter proposto seu método para a representação pictórica - especialmente no que se refere à interpretação iconológica que corresponde ao nível interpretativo mais profundo, o "significado intrínseco".

O mesmo Panofsky atribuiu três etapas de interpretação:

a descrição pré-iconográfica (nível primário ou natural), a análise iconográfica propriamente dita (secundário ou convencional) e o terceiro nível, mais profundo, que diferia dos anteriores, centrado na busca do significado intrínseco (ou conteúdo), que comporta vários valores simbólicos.”.



E não é bem esta a ideia da fotografia? É perceptível que quando aquele que observa a fotografia entra em contato com sua estética, sem apreciar de fato, os meios que levaram aquele resultado, demonstra uma visão crítica sobre sua representação e sem que possa instantaneamente perceber alcança seus objetivos imagéticos.

A evolução midiática muito tem a dever à iconografia fotográfica, pois suas transformações ao longo da história contribuíram para um acesso mais amplo ao contexto da publicidade cuja utilização de recursos imagéticos não pode ser facilmente substituída por outros recursos sem ônus.

Citando Simeão (2007), Rodrigues (2011) ressalta

A imagem, nos seus mais variados suportes e técnicas, sempre foi um dos principais mecanismos de comunicação da história da humanidade. Nos dias atuais – graças à fotografia – ganhou grande destaque, em especial com o advento da internet e da comunicação global, devido à hipermidiação, que consiste na combinação da informação em suas múltiplas dimensões: texto, imagem e áudio.”



Hoje, a fotografia está no topo das representações como forma de imagem. Em tempos de facebook, twitter e outras redes sociais, nada mais propício que utilizar suas próprias habilidades fotográficas e fotogênicas para criar informação, diversão, entretenimento e construir um mundo baseado ícones e significações. As fotografias estão muito além das redes sociais, estão nos dispositivos móveis, dentro e fora dos computadores, além dos canais de comunicação, jornais, televisão, entre tantos outros.

  1.  
    1. História da Arte

Partindo da ideia de fotografia como reescrita da realidade, tem sua evolução intrinsecamente ligada a história da arte, a qual possui grande história de representação do real ou abstrato, o que também pode ser feito com a fotografia, causando efeitos diversos.

No século X, o erudito árabe Alhazen mostrou como observar um eclipse solar no interior de uma câmara obscura: um quarto às escuras, com um pequeno orifício aberto para o exterior.” (SCTRIKLAND, 2004).

No Renascimento “houve um esforço...

Para ver o trabalho na íntegra escolha uma das opções abaixo

Ou faça login



Crie seu cadastro




English Town