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A Crise no Sistema Representativo

Trabalho enviado por: Maria de Fátima Oliveira da Silva

Data: 16/01/2005

A Crise no Sistema Representativo


Avaliamos que a representação na organização do Estado é a maneira mais segura de controlar e manipular todos os membros da sociedade, pois a classe dominante, primeiramente, cria as regras que facilitam seus pares serem eleitos para representar seus interesses e coibir a representação das classes dominadas; quando qualquer segmento da sociedade se organiza e começa a fazer pressão para criar ou ampliar seu espaço político no Estado, a classe dominante "permite" que um representante daquele segmento assume a representação e, em seguida o afasta de sua base,(pois se for representante federal irá para Brasília, como também, se for estadual, irá para a capital do Estado) e ele começa a receber privilégios da classe dominante e adquirem outros hábitos permitidos aos poucos dominantes. Outro fator é o jogo político do funcionamento do Estado, ou seja, acordos internos entre partidos, domínio do sistema de votação, necessário para a vida política daquele representante, fator esse que, também o afasta de sua base, pois sua preocupação passa a ser a sua vida individual e política.

O sistema representativo constante do processo político no Brasil apresenta a doutrina de duplicidade, ou seja, o representante de uma comunidade, grupo de trabalho ou setor econômico não se sente vinculado a respeitar o pensamento daquele grupo que o elegeu como representante, pois, perante o grupo e antes da eleição, o candidato a representante assume a maioria ou a totalidade das convicções e interesses do seu grupo. Entretanto, ao assumir seu mandato, automaticamente, desvincula-se dessas amarras e adquire total independência e imunidade, podendo inclusive mudar de partido, cuja ideologia seja totalmente diferente daquele partido que os representados ainda continuam vinculados. O outro fator reinante entre nós é a falta de fidelidade dos eleitores com o seu escolhido para representá-los. Boa parte dos eleitores "vendem" seu voto (voto esse que representa, somado a outros votos, o poder de nomear representantes) para pessoas totalmente afastadas de suas bases de classe trabalhista ou da comunidade, quebrando, assim, a fidelidade entre representados e representantes.

Segundo o autor na doutrina da duplicidade, "os representantes se fizeram depositários da soberania, em nome do povo, sem se preocupar se os seus atos estavam de acordo com as necessidades dos seus representados" . A revolução Francesa veio consolidar essa doutrina capacitando os representantes a tornarem-se independentes de...

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