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A Colonização Européia na América

Trabalho enviado por: Marcos Vinícius

Data: 07/05/2010

A Colonização Européia na América

CEM Almirante Tamandaré
2009

 

 

 

Sumário:

1. Introdução.
2. A colonização européia na América.
3. A colonização espanhola.
3.1. A estrutura política metropolitana.
3.2. A estrutura política colonial.
4. Colonização francesa.
4.1. As tentativas francesas.
4.2. Cartier e seus seguidores.
4.3. A centralização política.
5. A colonização britânica.
5.1. A empresa colonizadora.
5.2. A organização política.
5.3. O desenvolvimento econômico.
6. A colonização portuguesa com participação holandesa.
6.1. Carência de especiarias e metais na Europa.
6.2. Portugal e Espanha dividem o mundo.
6.3. A Bula Intercoetera e o Tratado de Tordesilhas.
6.4. Começa a surgir o Brasil.
6.5. A madeira que dava tinta.
6.6. O início da colonização.
6.7. Capitanias hereditárias.
6.8. A vocação agrícola da colônia.
6.9. Primeiros engenhos: dificuldades.
6.10. O Nordeste começa a prosperar.
6.11. O governo de Mauricio de Nassau.
6.12. Dinheiro holandês no nordeste.
6.13. A mão-de-obra escrava.
6.14. O abandono das outras áreas.
6.15. Holandeses cobiçam o Brasil.
6.16. A Espanha atrapalha os negócios da Holanda.
6.17. As invasões holandesas.
6.18. O nordeste holandês.
6.19. Os holandeses cobram as dividas.
6.20. A expulsão dos holandeses.
7. Conclusão.
8. Bibliografia.

 

1. Introdução.

A colonização européia na América é, acima de qualquer outro âmbito, um processo de ocupação territorial, que povoava que explorava e que comercializava no continente americano comandada pelos europeus que haviam iniciado essa expansão logo após o descobrimento da América.

Na busca do caminho para as Índias, Cristóvão Colombo chega à América em 1492. Dois anos depois, o Tratado de Tordesilhas divide o controle do Novo Mundo entre portugueses e espanhóis. Nos anos seguintes, espanhóis, portugueses, franceses, ingleses e holandeses disputam o domínio do novo continente e sua exploração no modelo do mercantilismo europeu.

 

2. A COLONIZAÇÃO EUROPÉIA NA AMÉRICA.

 

3. A colonização espanhola.

A viagem de Colombo para a América em 1492 trouxe à Espanha perspectivas de enriquecimento, pois acreditava o navegador ter encontrado um novo caminho para as Índias. Mesmo nas expedições subseqüentes, desde o ano seguinte, Colombo manteve a mesma crença e conforme procurava as riquezas orientais fundou vilas e povoados, iniciando a ocupação da América.

Na Espanha suspeitava-se que as terras descobertas por Colombo fossem um obstáculo entre a Europa e as terras do oriente. E essa suspeita confirmou-se com a descoberta de Vasco Nunez Balboa, que chegou ao Pacífico, atravessando por terra a América Central. Até a década de 20 os espanhóis ainda procuravam uma nova rota par as Índias, modificando essa política a partir das descobertas de Cortez no México.

 

3.1. A estrutura política metropolitana.

O processo de exploração da América colonial foi marcado pela pequena participação da Coroa, devido a preocupação espanhola com os problemas europeus, fazendo com que a conquista fosse comandada pela iniciativa particular, mediante o sistema de capitulações*.

*As capitulações eram contratos em que a Coroa concedia permissão para explorar, conquistar e povoar terras, fixando direitos e deveres recíprocos. Surgiram assim os adelantados, responsáveis pela colonização e que acabaram representando o poder de fato nas terras colônias, como Cortez e Pizarro que, apesar de incorporarem ao domínio espanhol grandes quantidades de terra, não conseguiram implementar um sistema eficiente de exploração, normalmente pela existência de disputas entre aqueles que participavam do empreendimento. Por isso, à medida que se revelavam as riquezas do Novo Mundo, a Coroa foi centralizando o processo de colonização, anulando as concessões feitas aos particulares.

O primeiro órgão estatal foi a Casa de Contratação, criada em 1503 e sediada em Sevilha, era responsável pelo controle de todo o comércio realizado com as colônias da América e foi responsável pelo estabelecimento do regime de Porto Único. Apenas um porto na metrópole, a princípio Sevilha, poderia realizar o comércio com as colônias, enquanto na América destacou-se o porto de Havana, com permissão para o comércio metropolitano e anos depois os portos de Vera Cruz, Porto Belo e Cartagena. Desenvolveu ainda o sistema de frotas anuais (duas); desde 1526 havia a proibição de navegarem os barcos isoladamente.

O Conselho das Índias foi criado em 1524, por Carlos V, e a ele cabia as decisões políticas em relação às colônias, nomeando Vice-Reis e Capitães gerais, autoridades militares, e judiciais.

Foram criados ainda os cargos de Juízes de Residência e de Visitador. O Primeiro, responsável por apurar irregularidades na gestão de algum funcionário da metrópole na colônia; o segundo, responsável por fiscalizar um órgão metropolitano ou mesmo um Vice-reino, normalmente para apurar abusos cometidos.

 

3.2. A estrutura política colonial.

Nas colônias o poder dos adelantados foi eliminado com a formação dos Vice-Reinos e posteriormente dos Capitães gerais.

O território colonial foi dividido em quatro Vice-Reinos -- Nova Espanha, Peru, Rio da Prata, e Nova Granada -- e posteriormente foi redividido, surgindo as Capitanias Gerais, áreas consideradas estratégicas ou não colonizadas. Os Vice-Reis eram nomeados pelo Conselho das Índias e possuíam amplos poderes, apesar de estarem sujeitos à fiscalização das...

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