Zé Moleza | TCC, monografias e trabalhos feitos. Pesquise já!

Você está em Trabalhos Acadêmicos > Humanas > Contabilidade

Favoritos Seus trabalhos favoritos: 0

Trabalho em Destaque

Título: A Proteção Social

1 INTRODUÇÃO O nascedouro foi em 1883, na Alemanha com o Chanceler Bismarck. Foi um marco tanto da Seguridade Social como da Previdência Social (primeiro sistema escrito de previdência social – seguro social). A forma de contribuição ou custeio para…


Publicidade


Publicidade

25 Ferramentas Gerenciais

Trabalho enviado por: Sheila Rosa Venzon

Data: 28/07/2004

25 Ferramentas Gerenciais

2000


Quem tem medo das ferramentas gerenciais ?

Conheça 25 instrumentos de gestão e sua utilização pelos executivos. Relatório Bain & Company

HSM Management publicou na edição número 6 o estudo de 1998 sobre o uso de ferramentas gerenciais por empresas de todo o mundo conduzido pela firma de consultoria Bain & Company. Acompanhando a evolução desse uso, de interesse de todos os empresários e executivos, trazemos aqui o estudo de 1999, com algumas revelações: os brasileiros aplicam 11,8 ferramentas, menos que a média mundial de 13,3. E 68% dos executivos nacionais gostam de desenvolver ferramentas próprias em vez de comprar soluções prontas, contra apenas 39% da média mundial. Isso é bom, por um lado – mostra criatividade e iniciativa -, mas suscita dúvidas, por outro: os brasileiros dominam realmente todas as ferramentas gerenciais à sua disposição e conhecem as possíveis aplicações? Ou será que algum tipo de descompasso? Estes highlights detalham, portanto, as 25 ferramentas gerenciais mais populares no mundo dos negócios, segundo Darrell K. Rigby, diretor da Bain & Company.

Em janeiro de 1998, HSM Management publicava pela primeira vez a pesquisa Bain & Company de ferramentas gerenciais, destacando o Planejamento Estratégico (utilizado por 89% dos entrevistados), seguido de Missão/Visão (87%) e Benchmarking (84%), enquanto a Reengenharia e o TQM estavam em baixa. Os executivos usavam, em média, 13,4 das 25 ferramentas apresentadas.

O que aconteceu de lá para cá, dois anos depois, no levantamento conduzido pela firma de consultoria? Sinal da velocidade da mudança, as ferramentas apresentadas aos pesquisadores mudaram um pouco: saiu o ABC (Activity Based Costing), entrou o ABM (Activity Based Management); saíram os Jogos Competitivos, entraram as Equipes de Integração Pós-Fusão. A média de ferramentas adotadas continuou praticamente a mesma, 13,3, e as mais utilizadas foram: Planejamento Estratégico (que subiu para 92%), seguido de Missão/Visão (86%, empate técnico) e, novidade na terceira posição, Aferição da Satisfação do Cliente (80%). O Benchmarking, instrumento principal para os brasileiros, caiu de 84% para 79%.

Outro aspecto evidenciado: os executivos brasileiros têm mais proximidade com os europeus do que com os norte-americanos, pelo menos no que se refere às preferências por ferramentas gerenciais. No entanto, empresas dos principais países europeus aplicam mais ferramentas do que as do Brasil: na Bélgica são usadas em média 14,2 ferramentas das 25 aqui citadas; na Espanha, 13,9; e na Alemanha, 13,8. No Brasil, essa média é de 11,8.


As ferramentas

Estas são as 25 principais ferramentas gerenciais da pesquisa:

1 - ABM

A Administração Baseada em Atividades (ABM) emprega uma análise econômica detalhada das atividades empresariais importantes para aperfeiçoar as decisões estratégicas e operacionais. A Administração Baseada em Atividades aumenta a precisão das informações a respeito de custos ao estabelecer uma correlação mais exata entre as despesas gerais e outros custos indiretos e produtos ou segmentos de clientes. Os sistemas contábeis tradicionais apontam os custos indiretos com base em horas de mão-de-obra direta, horas de uso de máquinas ou custo dos materiais. O ABM identifica as despesas gerais e outros custos indiretos por atividade, os quais podem depois ser relacionados com produtos ou clientes.

Usos mais comuns

  • Recalcular preço dos produtos e otimizar projeto de novos produzidos.
  • Reduzir custos.
  • Influenciar o planejamento estratégico e operacional.


2 – Aferição da Satisfação do Cliente

A Aferição da Satisfação do Cliente ajuda a determinar suas necessidades e identificar formas melhores de prevê-las e atendê-las.

As empresas coletam regularmente insumos dos clientes a fim de atribuir prioridades às necessidades deles e medir seu grau de satisfação. As companhias usam essa informação para identificar e eliminar os gargalos que impedem a satisfação total do cliente e sua fidelidade.

Usos mais comuns

  • Obter um feedback oportuno do sucesso obtido pela empresa no atendimento das necessidades dos clientes.
  • Fazer com que os funcionários respondam rapidamente a fim de aumentas a satisfação dos clientes


3 – Alianças Estratégicas

Alianças Estratégicas são acordos realizados entre empresas segundo os quais cada companhia contribui com recursos para atingir um conjunto de objetos comuns. As empresas podem formar alianças Estratégicas com clientes, fornecedores ou concorrentes. Por meio dessa ferramenta, as empresas conseguem melhorar seu posicionamento competitivo, entrar em novos mercados, suplementar suas aptidões críticas e partilhar os riscos ou custos de grandes projetos de desenvolvimento.

Usos mais comuns

  • Reduzir custos por meio de economias de escala ou aquisição de mais conhecimentos.
  • Aumentar o acesso a novas tecnologias.
  • Inibir os concorrentes.
  • Entrar em novos mercados.
  • Reduzir o tempo de ciclo.
  • Melhorar as atividades de pesquisa e desenvolvimento.
  • Melhorar a qualidade.


4 – Análise da Cadeia de Valor

A Análise da Cadeia de Valor identifica possíveis fontes de vantagem econômica. Essa análise subdivide a empresa em suas atividades principais a fim de entender o comportamento dos custos e as fontes de diferenciação existentes e potenciais. Ela determina como a cadeia de valor da própria empresa interage com a cadeia de valor dos fornecedores, dos clientes e dos concorrentes. As empresas ganham vantagem competitiva desempenhando melhor algumas ou todas essas atividades, a um custo menor ou com maior diferenciação em relação a seus concorrentes.

Usos mais comuns

  • Identificar as oportunidades para obter vantagens de custo.
  • Encontrar caminhos para aumentar a diferenciação.
  • Melhorar a cooperação nas negociações setoriais.


5 – Análise de Migração de Mercado

A Análise de Migração de Mercado identifica os modelos empresariais de maior sucesso no setor em que a empresa opera. Modelos empresariais são processos para projetar, produzir, determinar o preço e entregar os produtos da companhia. Com o passar do tempo, à medida que mudam as prioridades dos clientes, os modelos empresariais tornam-se mais ou menos eficazes na criação de valor econômico. Da mesma forma, as mudanças tecnológicas e as estratégias adotadas pelos concorrentes influem no sucesso do modelo empresarial utilizado.

A análise de Migração de Mercado ajuda a companhia a aumentar seu valor de mercado escolhendo o modelo empresarial ideal para atender as prioridades emergentes dos clientes.

Usos mais comuns

  • Entender objetivamente a...

Para ver o trabalho na íntegra escolha uma das opções abaixo

Ou faça login



Crie seu cadastro




English Town