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Comunicação

Trabalho enviado por: Alexandre Tonon Lourenço

Data: 22/04/2003

COMUNICAÇÃO

Histórico

A comunicação é a base essencial de toda sociabilidade. Onde quer que os homens tenham tido que estabelecer relações duradouras, a natureza das redes de comunicação que se instituíram entre eles, assim como as formas que tomaram e a eficácia que tingiram determinará em grande medida as oportunidades de aproximação ou de integração comunitária, assim como as possibilidades de reduzir tensões ou resolver conflitos que surgiam.

No início, só se pôde estabelecer uma comunicação permanente no nível das coletividades limitadas, dos grupos dos povos vizinhos ou integrados num mesmo conjunto político. Atualmente porém, graças à rapidez dos meios de informação e à rede de relações de toda espécie que se estabeleceu no mundo, essa comunicação adquiriu uma dimensão organicamente planetária

Nenhum povo pode viver isolado hoje, exceto raros grupos que vivem em zonas de acesso especialmente difícil. Cada nação agora faz parte da realidade cotidiana das outras. Na falta de uma consciência real da sua solidariedade, o mundo vive numa situação de interdependência que se acentua cada vez mais.

Essa interdependência é também acompanhada de muitos desequilíbrios, e algumas vezes cria graves desigualdades. Isto explica os mal-entendidos e os múltiplos focos de tensão que atiçam uns aos outros.

É evidente que as tendências dominantes e os conflitos de interesses que delas derivam não podem desaparecer pelo simples fato de ampliarem-se as possibilidades de comunicação, mas estas últimas podem contribuir para atenuá-los, fazendo com que cada pessoa se torne mais sensível aos problemas e às aspirações dos outros, e que cada nação tenha maior consciência dos perigos que ameaçam o conjunto da comunidade mundial.

Por esse motivo, a importância de comunicar torna-se primordial. Graças ao ápice prodigioso das ciências e das técnicas, dispomos agora dos meios para atender a essa necessidade. A comunicação de massas na era dos satélites oferece a todos os povos a possibilidade de viver simultaneamente os mesmos acontecimentos, de trocar informações constantemente, de melhor entendimento entre sí, para além dos seus traços distintivos e respeitando-se suas diferenças.

Ao mesmo tempo, esses meios estão transformando as condições da comunicação social, dentro de cada nação, ao estabelecerem novas redes de intercâmbio, ao modificarem radicalmente as condições de transmissão dos conhecimentos, ao abrirem possibilidades múltiplas de generalizar a educação escolar e extra-escolar de popularizar a cultura e promover conhecimentos teóricos e práticos. Eles criam condições que permitem o enriquecimento constante de cada indivíduo e a participação dos povos de todas as nações no seu próprio progresso, assim como a ampliação do seu horizonte para as dimensões da comunidade internacional. Já não é mais utópico pensar, ao sentirem cada vez mais intensamente como se entrelaçam os seus respectivos destinos, que os povos desejem, a partir de agora, estabelecer entre eles vínculos de uma solidariedade cada vez maior e instaurar progressivamente relações de respeito e de cooperação mútua.

Mas essas são apenas algumas das virtualidades de uma época em que se pode fazer tanto o melhor quanto o pior. Essas virtualidades só serão realizadas na medida em que se resista à tentação de colocar os meios de comunicação de massas a serviço de interesses limitados e de transformá-los em novos instrumentos de poder, justificando assim atentados contra a dignidade humana e agravando as desigualdades que já existem entre as nações, e dentro de cada uma delas. Isso também dependerá da medida com que se tente impedir que as tendências para a concentração dos grandes meios de informação reduzam cada vez mais o campo da comunicação interpessoal e acabem destruindo a multiplicidade de vias, tradicionais ou modernas, através das quais cada indivíduo possa exercer o seu direito à liberdade de expressão.

Os meios de informação podem contribuir para que se respeite, em todos os lugares, a pessoa humana e as suas múltiplas diferenças, e para que as aspirações comuns de todos os povos prevaleçam sobre egoísmos nacionais; podem facilitar o estabelecimento de um diálogo permanente entre as comunidades, entre culturas e indivíduos, para promover a igualdade de oportunidades e a reciprocidade dos intercâmbios. Isso pressupõe, em primeiro lugar, que a informação seja livre em todas as esferas. Mas essa liberdade, e nunca deixaremos de insistir nisso, só pode ser efetiva na medida em que se transforme numa realidade para todos.

 

A dimensão histórica da comunicação na sociedade

A comunicação mantém e anima a vida. Motor e expressão da atividade social e da civilização, conduziu os homens e os povos do instinto à inspiração, através de uma série de processos e sistemas de informação, de impulsos e de controle. Fonte comum da qual se tiram as idéias, fortalece mediante o intercâmbio de mensagens o sentimento de pertencer a uma mesma comunidade. Traduz o pensamento em ato e reflete todas as emoções, e todas as necessidades, dos gestos mais simples que permitem a continuidade da vida até as manifestações supremas da criação... ou da destruição. A comunicação, que reúne o saber, a organização e o poder, vincula-se ao homem a memória das suas origens às suas aspirações mais nobres para uma vida melhor. Ao compasso da evolução, a tarefa da comunicação tornou-se cada vez mais completa e mais sutil. Ela aponta para a liberação dos homens da necessidade e do medo, unindo-os num sentimento de participação comum e num mesmo impulso de solidariedade e de compreensão. No entanto, sem certas mudanças estruturais fundamentais, a maioria da humanidade não poderá aproveitar os progressos da tecnologia e da comunicação.

Um passado ainda presente

O homem, ricamente dotado de faculdades inatas de comunicação, conseguiu erguer-se acima das outras espécies graças à sua capacidade de organização, que soube desenvolver para melhorar, estender e ampliar tais faculdades naturais. Desse modo, pôde influir na sua própria evolução biológica. Uma das primeiras preocupações, do homem consistiu em aumentar o impacto, a diversidade e a inteligibilidade das suas mensagens, o mesmo tempo que melhorava sua capacidade de recebê-las e decifrá-las.

Ao longo da história, o ser humano procurou melhorar sua capacidade de receber e assimilar informação sobre o meio circundante e de aumentar ao mesmo tempo a rapidez, a clareza e a diversidade dos seus próprios métodos de transmissão da informação. Essa evolução permitiu-lhe, em primeiro lugar, perceber claramente os perigos que podiam ameaçá-lo e, em seguida, descobrir as possibilidades sociais e abordá-las em comum.

A partir dos códigos de gestos e vogais mais simples, inscritos sua estrutura física, o ser humano estendeu e diversificou progressivamente toda uma série de meios não verbais de transmissão de mensagens: música e dança, sinais de fumaça, desenhos, e outras formas de símbolos gráficos, que deram origem ao pictograma e mais tarde o ideograma, cuja importância obedece ao fato de associar pela primeira vez a representação de um objeto uma idéia abstrata. Mas, o que deu toda sua forca à comunicação humana e explica a posição predominante do homem no mundo animal é o desenvolvimento da linguagem, cuja importância se deve tanto ao alcance e à profundidade que oferece ao conteúdo da comunicação quanto à precisão e ao grau de detalhe que propriamente na expressão. Todos esses meios e procedimentos de comunicação eram empregados simultaneamente e se tornavam indispensáveis para a sobrevivência dos indivíduos, à medida que se iam organizando em sociedades de diferentes tipos, o que pressupõe certos métodos de intercâmbio de informação entre as pessoas e entre os grupos.

Praticamente não existem limites para a diversidade e para a engenhosidade dos meios de comunicação empregados pelos seres humanos. Tanto as formas quanto o conteúdo da educação se desenvolvem e se diferenciam constantemente. A multiplicidade de línguas se explica pela falta de contato entre as populações que iam em regiões muito distantes entre si. E se explica...

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