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A COMPETIÇÃO POR PRAGAS NA CULTURA DO MILHO (Zea mays)

Trabalho enviado por: BIANCA BUENO FERREIRA

Data: 27/08/2016

FACULDADE INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO

Campo Mourão
2015

INFLUÊNCIA DA COMPETIÇÃO POR PRAGAS NA CULTURA DO MILHO (Zea mays)

1 CARACTERIZAÇÃO DA CULTURA DO MILHO (ZEA MAYS)
2 PRINCIPAIS PRAGAS NA CULTURA DO MILHO
2.1 PRAGAS SUBTERRÂNEAS
2.1.1 LARVAS
2.1.1.1 LARVA-ALFINETE, (Diabrotica speciosa).
2.1.1.2 LARVA-ARAME, (Conoderus scalaris)
2.1.1.3 CORÓ, (Diloboderus abderus, Phyllophaga triticophaga, Phyllophaga cuyabana)
(Phyllophaga sp)
2.1.2 OUTRAS PRAGAS SUBTERRANEAS
2.1.2.1 PERCEVEJO CASTANHO (Scaptocoris castanea)
2.2 PRAGAS DO COLMO
2.2.1 LAGARTA-ELASMO, (Elasmopalpus lignosellus)
2.2.2 LAGARTA-ROSCA, (Agrotis ipsilo)
2.2.3 PERCEVEJO-BARRIGA-VERDE, (Dichelops spp)
2.3 PRAGAS DAS FOLHAS
2.3.1 CIGARRINHA-DO-MILHO, (Dalbulus maidis)
2.3.2 LAGARTA-DO-CARTUCHO (Spodoptera frugiperda)
2.3.3 PULGÃO-DO-MILHO (Rhopalosiphum maidis)
2.4 PRAGAS DA ESPIGA
2.4.1 LAGARTA-DA-ESPIGA, (Helicoverpa zea)
2.4.2 PERCEVEJO-DO-MILHO, (Leptoglossus sp)
3 MANEJO DE PRAGAS ATRAVÉS DE INIMIGOS NATURAIS

 

1 CARACTERIZAÇÃO DA CULTURA DO MILHO (Zea mays)

Pertence à família da poaceas, gênero Zea sendo uma planta com metabolismo C-4 e com ampla adaptação a diferentes ambientes, são grandes os investimentos em melhoramentos e tecnologia em prol da cultura, podendo até mencionar que é o grão mais assistidos de tecnologias desde a semeadura até a colheita.

Segundo os dados da companhia nacional de abastecimento (CONAB, 2015), a cultura do milho atualmente esta consolidada como a segunda cultura mais importante para a agricultura brasileira, constituindo um dos principais cultivos para produção de grãos a nível mundial, e o Brasil é um país de grande potencial na produção de grãos, sendo o milho a cultura mais amplamente difundida e cultivada, pois se adapta aos mais diferentes ecossistemas, e ocupa, em todo o território nacional, cerca de 12 milhões de hectares, com uma produção anual média em torno de 40 milhões de toneladas, concentrada nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que respondem por cerca de 98% da produção nacional (CONAB, 2015).

Para tamanhas exigências o mercado proporciona variedades de milho adequadas para as mais distintas condições que nosso país apresenta. A escolha da variedade a ser instalar deve ser realizada através da conjugação das características desse local e da variedade, tais como: condições climáticas, características do solo, disponibilidade de água, data provável da sementeira e da colheita, destino da cultura: grão ou forragem (Ministério da Agricultura, 2009).

Porem mesmo levando em consideração todos esses fatores ainda assim ha diversos fatores responsáveis por essa baixa produtividade, mas sem dúvida, as pragas têm uma grande parcela de participação dentre os fatores que afetam a produtividade nacional, principalmente nos últimos anos com o cultivo de milho "safrinha", que oferece condições para a continuidade e desenvolvimento das pragas devido à permanência da planta de milho na área, praticamente durante todo ano (Farias et al., 2001). Sendo, portanto determinada para a produtividade a escolha adequada desses manejos.

2 PRINCIPAIS PRAGAS NA CULTURA DO MILHO

As pragas classificadas como pragas-chave são aquelas de maior importância dentro da cultura a depender do grau ocorrência dos mesmos. Se subdividindo em basicamente três tipos de pragas: as secundárias, as primárias e as severas, sendo as duas últimas as mais
importantes, pois necessitam de maior exigência quanto aos níveis de controles e na ausência desses ocasionando em grandes danos econômicos.

O nível de controle é individual e pode variar o seu caráter de exigência a depender do estádio fenológico do inseto, bem como da planta, das condições climáticas favoráveis para o acréscimo dos indivíduos, do material genético do cultivar (atratividade), do controle químico, biológico, físico e dos tratos culturais antecedentes. Compondo a interação da planta com o meio, propiciando melhores resultados de controle através dessa interação.

2.1 PRAGAS SUBTERRÂNEAS

Insetos-praga que atacam a parte subterrânea das plantas são, normalmente, mais difíceis de ser observados. Entretanto, os danos causados por estas pragas contribuem, de várias maneiras, para a redução da produtividade. Devido à destruição de semente e plântula, os danos provocam redução na população de plantas da cultura. O ataque destes insetos ao sistema radicular provoca redução do vigor da planta, contribuindo inclusive para o maior acamamento (EMBRAPA MILHO E SORGO, 2002) As principais pragas subterrâneas são:

2.1.1 LARVAS

Designada a uma etapa do desenvolvimento dos insetos (ou animais) em que este ainda não tenha atingido a maturação sexual, portanto sendo morfologicamente distinto do estado adulto. Na cultura do milho, são pragas iniciais devido à ocorrência ser na fase inicial, atacando sementes, raízes e plântulas (plantas jovens) após a semeadura.

2.1.1.1 LARVA-ALFINETE, (Diabrotica speciosa).

2.1.1.1.1 Identificação e Caracterização

Vulgo Vaquinha, ou joaninha verde e amarela, esse inseto é pertencente à classe Coleóptera. Na qual esses besouros quando na fase adulta apresentam menos de um cm de comprimento. Possuem coloração verde brilhante e três manchas amarelas ovais sobre cada élitro. A cabeça é castanha ou marrom e o abdome e o protórax são verdes (MANUAL DE PRAGAS DO MILHO, DA SOJA E DO ALGODAO/ MONSANTO).

O seu ciclo inicia-se quando as fêmeas depositam os ovos no solo, próximo das áreas de plantio. A preferência é por terras escuras e ricas em matéria orgânica. As larvas eclodem a 20 dias após a postura. São branco-leitosas, com exceção das extremidades e patas, que são escuras (MOREIRA & ARAGÃO, 2009). Medem aproximadamente 1 cm de comprimento, quando bem desenvolvidas. As pupas são encontradas no solo em casulos de terra construídos pelas larvas (MOREIRA & ARAGÃO, 2009). As ocorrências das larvas têm sido relatadas como mais frequentes nos sistemas de plantio convencional do que no sistema de plantio direto (SILVA, 1994).

2.1.1.1.2 Danos

Atacam broqueando a região subterrânea do colmo, coleto e raízes principais de plantas novas, resultando em secamento das folhas centrais (coração-morto) ou morte de plantas mais novas. Altas densidades populacionais de larvas no solo reduzem o “stand” de plantas refletindo em menores colheitas, podendo também destruir áreas expressivas exigindo que o agricultor realize um replantio. Plantas maiores podem ser atacadas, porém conseguem se recuperar dos danos. (SANTOS, 2010)

2.1.1.1.3 Métodos de controle

- Controle cultural: Um dos métodos recomendados para o manejo desta praga é...

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