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Título: A Proteção Social

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“Avalia? de dieta hiperprot?a, com vitaminas e sais minerais e dieta padr?em ratos Wistar em desenvolvimento”

Trabalho enviado por: Danusa de Souza Resende

Data: 27/08/2010

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA
NUTRIÇÃO
"Avaliação de dieta hiperprotéica, com vitaminas e sais minerais e dieta padrão em ratos Wistar em desenvolvimento
SÃO PAULO
2009

SUMÁRIO

1 Introdução
1.1 Alimentação equilibrada
1.2 Necessidade e recomendações de nutrientes
1.3 Proteínas
1.4 Vitaminas e Minerais
2 Objetivo
3 Materiais e Métodos
3.1 Materiais
3.1.1 Equipamentos, utensílios e ração
3.1.2 Animais
3.2 Métodos
4 Resultados
5 Discussão
6 Conclusão
Referência Bibliográfica
ANEXO 01 Recomendação ingestão recomendada e adequada de
vitaminas e minerais
ANEXO 02 Recomendação ingestão máxima de vitaminas e minerais
ANEXO 03 Função de alguns minerais no organismo

1 Introdução

1.1Alimentação equilibrada

Como seres vivos, os homens só subsistem e propagam sua espécie se mantiverem com o seu meio, de maneira constante, uma alimentação equilibrada que promova benefícios para a manutenção da saúde. É por isso que a alimentação permite aos seres vivos transformar alimentos e nutrientes do meio exterior em constituintes do seu próprio organismo. Mas é importante que, para que esse processo aconteça, o homem deve dispor de alimentos específicos e variados em quantidades suficientes e adequadas (CUPPARI, 2005).
A alimentação variada refere-se à seleção de alimentos dos diferentes grupos de alimentos, tendo-se em conta a renda familiar e a disponibilidade local de alimentos. Nenhum alimento é completo (exceto o leite materno para crianças com até 6 meses), ou seja, nenhum possui todos os nutrientes em quantidade suficiente para atender as necessidades do organismo. Mediante uma alimentação variada em quantidades adequadas, pode-se obter uma dieta equilibrada, ou seja, a que proporciona os nutrientes necessários para atender as necessidades do organismo (CUPPARI, 2005).

1.2Necessidade e recomendações de nutrientes

O termo necessidade nutricional pode ser definido como as quantidades de nutrientes e de energia disponíveis nos alimentos que um indivíduo sadio deve ingerir para satisfazer suas necessidades fisiológicas normais e prevenir sintomas de deficiências. Assim, as necessidades nutricionais representam valores fisiológicos individuais que se expressam em médias para grupos semelhantes da população (CUPPARI, 2005).
As necessidades humanas de energia e de proteínas têm sido determinadas pela Food and Agriculture Organization (FAO) desde 1950, com base na evolução do conhecimento científico. As DRI´s (Recommended Dietary Intakes) são valores de referência de ingestão de nutrientes que devem ser utilizados para planejar e avaliar dietas para pessoas saudáveis. Elas incluem tanto as recomendações de ingestão como os limites superiores que devem ser considerados como valores de referência (SBAN Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição)

1.3Proteínas

As proteínas são caracterizadas por moléculas complexas, compostas de aminoácidos, unidos através de ligações peptídicas, estão envolvidas na formação e manutenção das células e dos tecidos do corpo e dos órgãos. Entre os fatores que determinam a qualidade da proteína da dieta, destacam-se, alem do perfil de aminoácidos, a digestibilidade, a relação protéico-energética, a energia total da alimentação e os teores de minerais e vitaminas (CUPPARI, 2005).
As proteínas desempenham diversas funções, dentre elas, podemos citar a função de regulação do metabolismo, de transporte de nutrientes, de atuação como catalisadores naturais, de defesa imunológica, de atuação como receptores de membranas, além de muitas outras. Com base nas DRIs de 2002, a ingestão diária de proteína deve variar de 0,8 a 1,0g/kg de peso/dia, para manutenção do balanço energético igual a zero, assegurando assim as funções vitais desempenhadas por esses macronutrientes. Esta recomendação varia em fases especiais da vida como infância e adolescência, gestação, lactação e em casos de patologias em que há o aumento das perdas deste nutriente. Portanto, seu consumo diário deve ser ajustado de acordo com as necessidades dos indivíduos (CUPPARI, 2005).
Apesar de quantidades moderadamente acima das recomendações não parecerem prejudiciais para indivíduos saudáveis, estudos com animais demonstraram que ingestões elevadas de proteínas podem acelerar os processos que levam a esclerose glomerular renal. Com e elevação da ingestão protéica, foi observado ainda aumento da excreção urinária de cálcio quando a ingestão de fósforo era mantida constante. O consumo de proteína acima das recomendações é um achado freqüente tanto na dieta norte-americana, como na brasileira. Como precaução, o FNB/NCR (1989) aconselha que a ingestão...

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