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A ATUA!O DO ENFERMEIRO EM PACIENTES SUBMETIDOS VENTILA!O MECANICA

Trabalho enviado por: REGINA CELIA BARROSO FIGUEIRA

Data: 27/08/2010

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
POS GRADUAÇÃO ENFERMAGEM DE URGENCIA E EMERGENCIA
A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM PACIENTES SUBMETIDOS À VENTILAÇÃO MECANICA
REGINA CELIA BARROSO FIGUEIRA
MANAUS
2010

RESUMO

A ventilação mecânica é o emprego de uma máquina que substitui total ou parcialmente, a atividade ventilatória do pacientes, com o objetivo de restabelecer o balanço entre a oferta e a demanda de oxigênio, diminuindo a carga do trabalho respiratório. É indicada para os casos de insuficiência respiratória grave, lesões neurológicas, acidentes, procedimentos cirúrgicos, anestesias. A investigação ora apresentada teve por objetivo geral Identificar e analisar a acerca da temática a atuação do enfermeiro em pacientes submetidos à ventilação mecânica e objetivos específicos; Descrever o mecanismo da ventilação através de uma revisão anatomo fisiológica do sistema respiratório. Abordar a evolução histórica dos ventiladores mecânicos. Identificar a opinião dos teóricos sobre o ventilador mecânico ideal. Verificar quais os efeitos da ventilação mecânica nos pacientes. Verificar quais as condições que favorecem o aparecimento de infecções e outras complicações decorrentes do uso do ventilador mecânico. Identificar a importância do embasamento cientifico na assistência de enfermagem prestada a pacientes submetidos à ventilação mecânica. Descrever e fundamentar cientificamente a assistência do enfermeiro frente à pacientes submetidos à ventilação mecânica. A metodologia utilizada foi bibliográfica do tipo descritivo, com abordagem qualitativa, o que compreende um conjunto de técnicas interpretativas que visam descrever e a decodificar os componentes de um sistema complexo de significados. Foram pesquisados os bancos de dados disponíveis no meio eletrônico, realizado um estudo das principais obras consideradas clássicas para a temática em questão, além das principais publicações em periódicos especializados, sítios especializados da internet e outras obras em destaque dos últimos dez anos. Conclui-se que para que o diminuir o risco de complicações o enfermeiro precisa aplicar uma assistência fundamentada em ações que visem o melhor aporte ventilatório, melhorando o acumulo de secreções através de cuidados: Vigilância constante, monitorização do padrão respiratório, aspirar secreções e o controle de infecções.
Palavras Chaves: ventilação mecânica, suporte ventilatório; enfermeiro.

ABSTRACT

Mechanical ventilation is the use of a machine that replaces all or part of the ventilation in patients activities, aiming to restore the balance between supply and demand for oxygen, reducing the burden of respiratory work. It is indicated for cases of respiratory failure, neurological damage, accidents, surgery, anesthesia. The investigation now appears aimed to identify and analyze the general on the theme the role of a nurse in patients on mechanical ventilation and specific goals; describe the mechanism of ventilation through a review physiological anatomy of the respiratory system. Addressing the historical development of the mechanical ventilators. Identify the views of theorists on the mechanical ventilator ideal. Verify that the effects of mechanical ventilation in patients. Verify that the conditions that favor the emergence of infections and other complications arising from the use of mechanical ventilator. Identifying the importance of scientific basement in the nursing care provided to patients undergoing mechanical ventilation. Describe and explain scientifically the assistance of nurses to patients before mechanical ventilation. The methodology was kind of descriptive literature, with a qualitative approach, which includes a set of interpretive techniques that aim to describe and decode the components of a complex system of meanings. We searched the databases available in electronic media, conducted a study of major works considered classic for the themes concerned, in addition to the major publications in specialized journals, specialized Internet sites and other works focus on the past ten years. It follows that for the lower the risk of complications the nurses must implement an assistance based on actions aimed at better ventilation intake, improving the build up of secretions with care: constant surveillance, monitoring of respiratory pattern, suck secretions and control of infections.
Words - Keys: mechanical ventilation, ventilatory support; nurse.

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
1 REVISÃO ANÁTOMO FISIOLÓGICA DA RESPIRÃÇÀO
1.1 Anatomia do sistema respiratório
1.2 Mecânica muscular respiratória
1.3 Propriedades do sistema respiratório
1.4 Um breve histórico sobre ventilação mecânica
1.4.1 Primeiros ventiladores mecânicos
2 Papel do ventilador mecânico
2.1 Mecanismo de ciclagem do ventilador mecânico
3 Modalidades Ventilatórias
3.1 Modos convencionais
4 Modalidades não convencionais
5 Fatores que contribuem para complicações no suporte ventilatório
5.1 Complicações com a via aérea artificial
5.2 Principais complicações relacionadas ao uso do ventilador mecânico
6 Complicações com o tubo orotraqueal
7 Equipamentos de assistência ventilatória
8 Atuação do enfermeiro em pacientes submetidos a ventilação mecânica
8.1 Intubaçao endotraqueal
8.2 Vigilância constante
8.3 monitorizaçao das trocas gasosas e padrão respiratório
8.4 Sinais neurológicos
8.5 Aspiração de secreções
8.6 Higiene oral, fixação e mobilização do TOT
8.7 Controle de infecções
9 Cuidados de enfermagem na ventilação mecânica

2 TRAJETÓRIA METODOLÓGICA
3 ANALISE E DISCUÇÃO DOS RESULTADOS

INTRODUÇÃO

A ventilação mecânica é um método terapêutico, um elemento essencial na manutenção da vida, mas para se garantir um suporte ventilatório temos que estar habilitados, é um grande desafio, tanto pela complexidade dos equipamentos quanto pelas condições clinicas do paciente crítico, exigindo um conhecimento teórico-científico cada vez mais especializado, visando o atendimento das necessidades e a prestação dos serviços com qualidade. Os principais objetivos a serem atingidos, no processo inicial da instalação da ventilação e em sua manutenção, têm sido alvo de sistematizações consensuais. É indicada para os casos de insuficiência grave, traumas, procedimentos cirúrgicos.
Neste trabalho, buscou-se descrever a atuação do enfermeiro em pacientes submetidos à ventilação mecânica, buscando descrever quais os fatores que contribuem para complicações nesses pacientes. A partir da observação da acadêmica em campo de estágio, notou-se que vários profissionais enfermeiros, enfrentam dificuldades no manuseio do ventilador e no cuidado prestado ao paciente, daí a escolha do tema, com o intuito de promover melhor assistência ao paciente, oferecendo conhecimento para diminuir o risco de infecção, realizando um desmame ventilatório eficiente para uma melhor recuperação.
Tendo por objetivo geral identificar e analisar a acerca da temática a atuação do enfermeiro em pacientes submetidos à ventilação mecânica e objetivos específicos: Descrever o mecanismo da ventilação através de uma revisão anatomo fisiológica do sistema respiratório; Abordar a evolução histórica dos ventiladores mecânicos; Identificar a opinião dos teóricos sobre o ventilador mecânico ideal; Verificar quais os efeitos da ventilação mecânica nos pacientes; Verificar quais as condições que favorecem o aparecimento de infecções e outras complicações decorrentes do uso do ventilador mecânico; Identificar a importância do embasamento cientifico na assistência de enfermagem prestada a pacientes submetidos à ventilação mecânica; Descrever e fundamentar cientificamente a assistência do enfermeiro frente à pacientes submetidos à ventilação mecânica.
Sendo assim este estudo se justifica pela busca na melhoria dos cuidados prestados pelo enfermeiro aos pacientes em ventilação mecânica, com o objetivo de prevenir complicações e contribuir na formação de enfermeiros capacitados para que estes possam atuar frente à pacientes em suporte ventilatório.

1 REVISÃO ANATOMO FISIOLÓGICA DA RESPIRAÇÃO

1. 1 Anatomia do Sistema Respiratório

O sistema respiratório é composto por dois tratos respiratórios dividindo-se em superior e inferior, em conjunto serão responsáveis pela ventilação, promovendo assim a entrada e saída de ar. O trato respiratório superior é composto pelo nariz, seios paranasais, faringe, tonsilas e adenóides, laringe e traquéia. O nariz serve como uma passagem permitindo a entrada de ar até os pulmões, filtrando as impurezas, umidificando e aquecendo o ar inspirado, é composto pelos seios paranasais divididos em quatro pares de cavidades nasais revestidas por uma mucosa cujo é formada pelo epitélio pseudo - estratificado pavimentoso, que auxiliam no processo de filtração de ar. Há uma conexão da cavidade nasal e oral com a laringe formando uma estrutura tubular a faringe, constituindo uma via de passagem única para o ar e os alimentos dos sistemas respiratório e digestivo (BRUNNER E SUDDARTH, 2006)
Outras estruturas importantes são as adenóides, as tonsilas e outros tecidos linfóides que juntos iram circundar a garganta, possui linfonodos que protegem o corpo contra a invasão de organismos que penetram através do nariz e da garganta antes de chegar à laringe, é composta por uma estrutura cartilaginosa que realiza a comunicação da faringe á traquéia, protege a via aérea inferior contra substâncias estranhas facilitando a tosse, e tem como função principal a vocalização, formando uma caixa vocal composta pela epiglote, glote, cartilagem tireóide, cartilagem cricóide, cordas vocais, capaz de produzir som durante a passagem de ar. Ligando se a laringe com a traquéia composta por um músculo liso formado de anéis cartilaginosos em forma de C, em sua região inferior origina os brônquios, que penetram no pulmão constituindo a árvore brônquica, se subdividem em diversas estruturas formando o trato respiratório inferior composto pelos pulmões, brônquios, bronquíolos respiratórios, ductos alveolares, sacos alveolares e alvéolos (DANGELO E FATTINI, 1986, BRUNNER E SUDDARTH, 2006).

Figura 1 - Anatomia do sistema respiratório

FONTE: Anatomia humana básica, 2006

Dentre essas estruturas, há o pulmão é um órgão vital para o organismo, é um órgão esponjoso, com estruturas elásticas, é dividido em duas porções situadas uma de cada lado da cavidade. Essas porções dividem se em direita e esquerda, cujo lado direito é segmentado por três lobos, superior, médio e inferior, separado por fissuras oblíquas e horizontais, o lado esquerdo é segmentado por dois lobos, superior e inferior, separados pela fissurá oblíqua, ele é menor que o lado direito por haver uma incisura que permite acoplar o mediastino, ambos dividem se em segmentos bronco pulmonares. Os pulmões são revestidos por duas membranas serosas, direita e esquerda independente uma da outra denominada pleura, elas advém da extensão das fissuras dos lobos, revestem externamente os pulmões e o mediastino e internamente a cavidade torácica. As pleuras são divididas em Parietal que reveste a parede torácica e a pleura Visceral reveste os pulmões, entre as pleuras há um pequeno espaço chamado de cavidade pleural, contem uma pequena quantidade de líquido lubrificante com a finalidade de diminuir o atrito entre as pleuras permitindo que deslizem facilmente uma sobre a outra e mantendo uma pressão subatmosférica na mecânica respiratória. Entre cada um dos pulmões há uma fenda que possui a forma de raquete, denominada hilo pulmonar, este que é formado pelas artérias pulmonares, veias pulmonares e os brônquios principais, constituindo a raiz do pulmão, e por onde entram e saem esses ramos (ZUÑIGA, et al, 2004)
Os pulmões constituem se dos brônquios principais, direito e esquerdo, que se ramificam profusamente, a partir do hilo pulmonar, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos estes que se ramificam até os lobos pulmonares. Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sangüíneos, dos quais provêm condutos capilares estes se abrem em dilatações denominadas sáculos alveolares formados pelos alvéolos pulmonares, estes formam uma estrutura em forma de cacho de uva denominado ácinos, essas estruturas são sustentadas por uma fina camada de fibras musculares, envoltas por vasos capilares. Os alvéolos são pequenos reservatórios de ar, semelhantes com sacos de ar, envoltos por capilares sanguíneos constituem se de aproximadamente por 300 milhões são altamente numerosos compondo assim uma rede capilar, tal morfologia faz se necessária para que ocorra a troca gasosa por difusão (BRUNNER E SUDDARTH, 2006)
Para Guyton (1986) há uma tendência natural dos pulmões para colapsar e se afastar da parede torácica, essa tendência ocorre por dois fatores:
O primeiro são fibras elásticas abundantes no tecido pulmonar, que se estiram com a insuflação
pulmonar e retornam seu comprimento original, logo em seguida.
O segundo é a tensão superficial do líquido que reveste internamente os alvéolos, fazendo com que
mantenha a tendência ao colapso (GUYTON, 1986).
O espaço pleural mantém uma pressão negativa no seu interior, o que impede o colabamento dos pulmões. Os alvéolos são revestidos por uma fina camada líquida contrabalanceada por uma mistura de lipoproteínas denominada surfactante, sendo secretada por células epiteliais de revestimento dos alvéolos. O surfactante tem a propriedade de diminuir a tensão superficial do líquido que reveste os alvéolos permitindo sua expansão (GUYTON, 1986)
Todos esses órgãos estão envoltos em uma estrutura óssea que compõe a caixa torácica com a função de proteção dos órgãos internos, tanto do trato respiratório superior como do trato respiratório inferior permitindo o aumento e a diminuição do volume torácico no ato da respiração (ZUÑIGA, 2004).

1.2Mecânica muscular respiratória

O sistema respiratório de acordo com Costa & Amaral (2006), é constituído por órgãos responsáveis pelas trocas de gases e pela parede torácica estes em conjunto irão realizar o processo ventilatório, utilizando as musculaturas respiratórias permitindo a realização de uma troca gasosa adequada.
O processo respiratório envolve o trabalho mecânico gerado pelas contrações dos músculos respiratórios que são divididos em inspiratórios e expiratórios. Isso ocorre devido uma força gerada por esses músculos para vencer as propriedades elásticas e de resistência para prover o enchimento do pulmão e atuar na movimentação da caixa torácica. Os músculos respiratórios exercem uma grande importância a partir da contração e do relaxamento promovendo a movimentação dos componentes ósseos assim como a expansão pulmonar assegurando uma demanda efetiva na oferta de oxigênio a ser renovado além de contribuir para o processo ventilatório em uma forma rítmica e coordenada, podendo influenciar na mecânica respiratória (ZUÑIGA, 2004).

1.3 Propriedades dinâmicas do sistema respiratório

Para PADUA & MARTINEZ (2001), a pressão no interior dos pulmões precisa vencer os componentes elásticos e resistivos do sistema respiratório. As características elásticas (complacência) e resistivas do sistema respiratório definem o seu comportamento dinâmico: Características elásticas: a elasticidade é a propriedade de materiais de retornar à sua forma original após ter sido deformado pela aplicação de uma força. Está presente nos tecidos conjuntivos. Características resistivas: estão presentes na resistência das vias aéreas à passagem do fluxo de ar e no atrito do deslocamento dos tecidos pulmonares, da caixa torácica, do diafragma e do abdome.
GUYTON (1986) descreve que os pulmões se movimentam através de dois mecanismos, onde eles promovem a expansão e a retração dos pulmões pela entrada e saída de ar, são eles: a) Movimentação do diafragma: através dos movimentos de relaxamento e retração dos pulmões, da caixa torácica e estruturas abdominais. b) A elevação e o abaixamento das costelas aumentando e diminuindo o diâmetro da caixa torácica com ação dos músculos.
Os músculos respiratórios participam ativamente no ato da respiração, são essenciais no processo de expansão e contração muscular, estão envolvidos na ventilação pulmonar ao comprimir e distender os pulmões, são divididos em músculos inspiratórios e expiratórios. A ventilação ocorre com a inspiração ativa, através da ação das musculaturas intercostais, cervicoescapular e diafragmática permitindo a entrada de ar, a expiração ocorre passivamente, pelo relaxamento da musculatura inspiratória, essas forças musculares são necessárias para alterar o estado de repouso gerando um baixo gasto de energia, o que contribui para uma eficiência na inspiração e expiração, qualquer variação no volume da caixa torácica é imediatamente acompanhada pela variação semelhante do volume dos pulmões (ZUÑIGA, 2004; GUYTON, 1986).
Entre os músculos inspiratórios o principal músculo é o diafragma, ele é um septo músculo fibrinoso, que separa a cavidade torácica da abdominal, é inervado pelo nervo frênico. Ele se contrai na inspiração, forçando o conteúdo abdominal para baixo e para frente aumentando o diâmetro do tórax. Na respiração de repouso, o diafragma move se cerca de 1 cm, possui uma alta resistência á fadiga, há um fluxo sanguíneo elevado, lhe conferindo uma capacidade de trabalho de 24 horas contínuas, justificando sua alta resistência. Os músculos mais importantes da expiração são os abdominais, quando eles se contraem a pressão intra abdominal é aumentada e o diafragma é empurrado para cima. Os músculos abdominais são compostos pelo reto abdominal, obliquo interno, obliquo externo e transverso, são importantes músculos rotatores e flexores do tronco (NET & BENITO, 2002)
Segundo COSTA & AMARAL (2006), esses músculos são essenciais no processo respiratório, pois permitem a expansão da caixa torácica, conseqüente à expansão dos pulmões, através da diferença do gradiente pressórico, na entrada de oxigênio para os alvéolos, por meio das vias respiratórias, e durante a expiração permite a saída de dióxido de carbono para a atmosfera. A força exercida pelos músculos respiratórios é intensa e necessária para uma respiração normal, de forma que haja uma boa perfusão e uma boa troca gasosa, gerando energia necessária para um bom funcionamento.
A respiração é um processo cíclico que envolve certo trabalho mecânico dos músculos respiratórios ou trabalho respiratório que resulta num produto cumulativo de pressão e volume, durante a inspiração é necessário que a pressão alveolar seja inferior à atmosfera e na expiração a pressão alveolar deve ser maior que a atmosfera, gerando um gradiente de pressão necessário para gerar um fluxo. Esse fluxo é obtido pela criação de uma pressão alveolar subatmosférica de aproximadamente 5 cm de H2O numa inspiração tranqüila e esse fluxo é invertido na expiração onde a pressão intra-alveolar é um pouco mais alta que a pressão atmosférica ocorre devido à ação dos músculos envolvidos na respiração que promovem o aumento do volume da caixa torácica permitindo a entrada de ar para os pulmões (COSTA & AMARAL, 2006).
Toda essa mecânica processa-se mediante três atividades distintas, porém coordenadas: ventilação: chegada de ar aos alvéolos, perfusão: o sangue venoso advindo do coração chega aos alvéolos, difusão: processo em que o oxigênio passa para o sangue circulante e ao mesmo tempo em que o dióxido de carbono do sangue passa para os alvéolos através da membrana alvéolo - capilar realizando-se as trocas gasosas (COSTA & AMARAL, 2006; ZUÑIGA, 2004).
O sistema respiratório exerce um meio eficaz de controlar o dióxido de carbono no sangue e nos tecidos, pela estimulação dos centros respiratórios regulando essa concentração num mecanismo de feedback, devido o excesso de dióxido de carbono afetar o próprio centro respiratório excitando o havendo assim alterações nos sinais inspiratórios e expiratórios. Esses mecanismos formam um complexo regulador da respiração, através do sistema nervoso que mantém em equilíbrio tanto a pressão parcial de...

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